terça-feira, 26 de junho de 2012

Painel de festa junina


Fichas de leitura



Sugestão de projeto de leitura




Projeto

    de











Leitura












Projeto de leitura “ Tantas histórias”.

Escola Municipal Antonio Paulino
Endereço:_____________________nº ___
Bairro: _____________Cidade__________
Fone: ______________

Professora responsável : Gisely Ferreira de Lima

Sala de Recursos Multifuncional
Turno: Matutino e Vespertino
Número de alunos: M ( ) F ( )
Idade: ____
Período: Ano letivo de 2.012.

Introdução

A leitura é uma forma de perceber e de interagir com o mundo e com a realidade que nos cerca.
Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores.
A leitura também ajuda a aumentar o vocabulário, pois familiariza a criança com a palavra escrita e ainda, ajuda a fixar a grafia correta das palavras e a construção harmônica das frases.
É com esses propósitos, que serão desenvolvidas atividades voltadas a atender e suprir as dificuldades dos alunos nesse processo de leitura e escrita que tanto dificulta o processo de ensino e aprendizagem.
Escolheu-se trabalhar com a leitura, neste trabalho, devido à necessidade de
pensar também em novos caminhos para o seu ensino na educação de surdos. Buscando oferecer com esse projeto, formas de se motivar o aluno surdo para leitura em Língua Portuguesa, partindo é claro de sua língua mãe a Língua Brasileira de Sinais como apoio para seu desenvolvimento.


Justificativa

Percebendo a importância de colaborar para que o aluno leia com domínio os diferentes gêneros textuais e compreenda a leitura em seus diversos objetivos, proponho um trabalho onde seja oferecido o acesso ao mundo literário tanto por meio de vídeos, filmes e livros, para que o aluno aprenda a ouvir e a se expressar e com a devidas flexibilizações para o aluno surdo no acesso à leitura e escrita.




Problematização

Diante da perda notável do interesse das crianças pela leitura e da falta de uma rotina literária por parte das famílias e o mais importante, do notório fracasso que nossos alunos estão apresentando em suas vidas de leitores e criadores de textos. Precisamos levar nossos alunos a compreender a importância da leitura, saber que ela se constrói a partir de conhecimentos naturais e da representação gráfica da linguagem.


Objetivo geral


_ Contribuir na formação de um leitor e um produtor de textos competente e autônomo, capaz de compreender e interpretar aquilo que lê.

Objetivos específicos

  • Despertar o gosto pela leitura e o hábito de ler;
  • Desenvolver o senso crítico e a criatividade;
  • Compreender e interpretar o texto;

Desenvolvimento

Serão selecionadas previamente, obras e vídeos de diversos autores, destacando aquelas que cheguem mais próximas à realidade e a vivência dos alunos. A partir desta seleção, serão trabalhadas atividades que envolvam, leitura, interpretação, dramatização entre outras.
Também serão previamente organizadas as devidas flexibilizações das atividades para atender o aluno surdo, no qual, todos os textos deverão ser trabalhados em vídeos interpretados em Libras.










Estratégias

  • Apresentação da história em vídeo em libras e com legenda em Língua Portuguesa;
  • Leitura compartilhada do texto;
  • Reescrita em tiras;
  • Dramatização;
  • Atividades de complete ( Método de Closet );
  • Confecção de fantoches;
  • Confecção de painéis sobre a história;
  • Atividades de interpretação de textos;
  • Ficha de leitura;
  • O aluno surdo deverá recontar a história em libras;
  • Questionamentos orais;
  • Ilustrações;
  • Jogos e brincadeiras envolvendo a história;


Recursos

  • Professoras;
  • Computadores;
  • Fantoches;
  • Livros;
  • Papel;
  • Lápis de cor;
  • Tintas;
  • Pincéis;
  • Jogos pedagógicos;
  • Câmera digital;
  • Internet;


Avaliação

Será avaliado todo o envolvimento e as construções dos alunos no projeto de forma qualitativa.


Produto Final / Apresentação dos Resultados

Em anexo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Há 10 anos a língua brasileira de sinais promove inclusão


Há dez anos, a língua brasileira de sinais (libras) passou a ser reconhecida como meio legal de comunicação e expressão pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Passada uma década, observa-se maior inclusão de pessoas com deficiência auditiva nas escolas regulares.

Dominar a libras permite às pessoas com deficiência auditiva ter maior autonomia, independência social e cidadania. A política de educação inclusiva, adotada pelo Ministério da Educação, orienta os sistemas de ensino para garantia do ingresso dos estudantes com surdez nas escolas comuns, mediante a oferta da educação bilíngue, dos serviços de tradução e de interpretação de libras-língua portuguesa e do ensino de libras.

De acordo com a diretora de políticas de educação especial da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra, o ensino da libras é parte do processo de organização do sistema de ensino inclusivo. “Para que a educação seja, de fato, um direito de todas as pessoas, é preciso que os sistemas de ensino identifiquem e atendam as especificidades educacionais dos estudantes”, disse a diretora.
                      
        Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17703

Decreto 7.611/2011 – Muitos passos para traz na luta pela inclusão.


Se formos estudar sobre o histórico da educação das pessoas com deficiência no Brasil,  poderemos perceber que o que predominava era o assistencialismo. Mas, o Brasil evoluiu muito com as políticas educacionais voltadas para contemplação da inclusão. Então, depois de tanto trabalho,  passos largos para traz foram dados com o decreto nº 7.611 de 17 de novembro de 2011 assinado pela nossa presidente.

Palavrinhas como “preferencialmente” aparecem em nossas leis para que as pessoas as usem da forma que lhes convém.

E então, damos novamente início à era da segregação. E os hipócritas que diziam concordar com a inclusão? Ah, infelizmente nada se pode fazer, porque a segregação é uma decisão da família amparada pela lei.

Sabemos, que apesar de muita coisa já ter sido feita para que a inclusão fosse funcional, o caminho para o sucesso ainda era longo, adaptações necessárias ainda deixavam de acontecer e muitas vezes na tentativa de acertar, esses alunos eram segregados até mesmo dentro das salas de aula.

Mas agora, a comodidade de não ter que alterar o modelo educacional existente faz com  que pessoas aceitem sem relutar que nossos alunos se vão, como se tudo que foi vivido dentro da escola, sentido com a socialização e a interação entre os diferentes não tivesse sido importante no seu desenvolvimento humano.

Eu lamento muito o “ preferencialmente “ no Decreto nº 6.711/2011.