quarta-feira, 4 de abril de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Síndrome de Tourette
Síndrome de Tourette é um distúrbio
neuropsiquiátrico caracterizado por tiques múltiplos, motores ou vocais, que
persistem por mais de um ano e geralmente se instalam na infância.
Na maioria das vezes, os tiques são
de tipos diferentes e variam no decorrer de uma semana ou de um mês para outro.
Em geral, eles ocorrem em ondas, com frequência e intensidade variáveis, pioram
com o estresse, são independentes dos problemas emocionais e podem estar
associados a sintomas obsessivo-compulsivos (TOC) e ao distúrbio de atenção e
hiperatividade (TDAH). É possível que existam fatores hereditários comuns a
essas três condições. A causa do transtorno ainda é desconhecida.
Sintomas
Em 80% dos casos, os tiques motores
são a manifestação inicial da síndrome. Eles incluem piscar, franzir a testa,
contrair os músculos da face, balançar a cabeça, contrair em trancos os
músculos abdominais ou outros grupos musculares, além de movimentos mais
complexos que parecem propositais, como tocar ou bater nos objetos próximos.
São típicos dos tiques vocais os
ruídos não articulados, tais como tossir, fungar ou limpar a garganta, e outros
em que ocorre emissão parcial ou completa de palavras.
Em menos de 50% dos casos, estão
presentes o uso involuntário de palavras (coprolalia) e gestos (copropraxia)
obscenos, a formulação de insultos, a repetição de um som, palavra ou frase
dita por outra pessoa (ecolalia).
Diagnóstico
O diagnóstico da síndrome de Tourette
é essencialmente clínico e deve obedecer aos seguintes critérios: 1) tiques
motores múltiplos e um ou mais tiques vocais devem manifestar-se durante algum
tempo, mas não necessariamente ao mesmo tempo; 2) os tiques devem ocorrer
diversas vezes por dia (geralmente em salva), quase todos os dias ou
intermitentemente por um período de pelo menos três meses consecutivos; 3) o
quadro deve começar antes dos 18 anos de idade.
Tratamento
A síndrome de Tourette é uma desordem
que não tem cura, mas pode ser controlada. Estudos clínicos têm demonstrado a
utilidade de uma forma de terapia comportamental cognitiva, conhecida como
tratamento de reversão de hábitos. Ela se baseia no treinamento dos pacientes
para que monitorem as sensações premonitórias e os tiques, com a finalidade de
responder a eles com uma reação voluntária fisicamente incompatível com o
tique.
Medicamentos antipsicóticos têm se
mostrado úteis na redução da intensidade dos tiques, quando sua repetição se
reverte em prejuízo para a autoestima e aceitação social. Em alguns casos de
tiques bem localizados, podem ser tentadas aplicações locais de toxina
botulínica (botox). Alguns autores defendem que, excepcionalmente, pode ser
indicado o tratamento cirúrgico com estimulação cerebral profunda, aplicada em
certas áreas do cérebro.
Recomendações
* Não adie a consulta ao médico, se notar que seu
filho apresenta alguma forma de movimentos involuntários. Especialmente nas
fases iniciais da vida, os portadores precisam de tratamento e não de
repreensão.
Fonte\:http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-tourette-2/
sexta-feira, 23 de março de 2012
Um trabalho verdadeiramente gratificante.
Realmente é assim que defino meu trabalho. Desde de 2010 estou atuando como professora na sala de recursos multifuncionais do município de Cassilândia.
Este espaço foi criado para colaborar com o processo de inclusão de nossos alunos. Atualmente, temos duas salas de recursos instaladas na Escola Municipal Antonio Paulino, as mesmas contam com profissionais especializados na área de Educação Especial, equipamentos de tecnologia assistiva, jogos e atividades pedagógicas diversificadas para atender as especificidades de cada aluno e desenvolver suas habilidades.
Este espaço foi criado para colaborar com o processo de inclusão de nossos alunos. Atualmente, temos duas salas de recursos instaladas na Escola Municipal Antonio Paulino, as mesmas contam com profissionais especializados na área de Educação Especial, equipamentos de tecnologia assistiva, jogos e atividades pedagógicas diversificadas para atender as especificidades de cada aluno e desenvolver suas habilidades.
domingo, 18 de março de 2012
02 de Abril - Dia Mundial de Conscientização do Autismo
O Autista:
No Autismo, a dedicação é a fórmula da melhor
terapia.
Os
Autistas possuem problemas de comunicação e de conduta. No geral, eles são
normais na sua aparência, porém não se relacionam com as demais pessoas de
maneira normal. Eles não conseguem distinguir a realidade da fantasia; agem como
se fossem surdos, resistindo ao aprendizado, aos contatos físicos e apresentando
risos em ocasiões inoportunas.
A
“Síndrome de Kanner”, como é denominado o Autismo Infantil, geralmente é mais
comum entre meninos do que em meninas; e os sintomas aparecem a partir dos 18
(dezoito) meses de vida e raramente após os 03 (três) meses de idade.
Muito se
tem pesquisado sobre a causa do Autismo, bastante se descobriu, mas muito ainda
necessita ser pesquisado. Porém, o importante no momento é o que podemos fazer
em relação ao déficit apresentado pela criança Autista, como a comunicação,
cognição, atenção e sua instabilidade emocional.
O comportamento
característico do Autista.
Encontrando 04 (quatro) destas
características – em idade inadequada e de modo persistente – deve ser lembrada
a possibilidade de Autismo. Caso se encontre 07 (sete) dessas características –
naquelas mesmas condições – o diagnóstico de Autismo necessita ser seriamente
considerado e a criança, portanto, ser submetida à avaliação.
FONTE:http://autistasantos.tripod.com/id2.html
sexta-feira, 16 de março de 2012
Sou professor a favor da boniteza de minha própria prática, boniteza que
dela some se não cuido do saber que devo ensinar, se não brigo por este saber,
se não luto pelas condições materiais necessárias sem as quais meu corpo,
descuidado, corre o risco de se amofinar e de já não ser o testemunho que deve
ser de lutador pertinaz, que cansa mas não desiste. Boniteza que se esvai de
minha prática se, cheio de mim mesmo, arrogante e desdenhoso dos alunos, não
canso de me admirar.Paulo Freire
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